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Unisys prevê demandas que nortearão decisões de outsourcing em 2009


Uma confluência de requisitos da economia, do meio-ambiente, do usuário final e da segurança levarão à evolução da terceirização corporativa

São Paulo, 23 de Janeiro de 2009 – As exigências do usuário final, da economia, da segurança e do meio-ambiente estarão entre os fatores principais de influência nas decisões de terceirização da tecnologia em 2009, de acordo com Larry Guevel, vice-presidente de planejamento estratégico de negócios para a área de Terceirização Global e Serviços de Infraestrutura da Unisys.

“Os clientes nos dizem que os desafios econômicos que enfrentarão em 2009 e posteriormente, exigirão a avaliação contínua e os ajustes da maneira como eles adquirem e gerenciam a infraestrutura de TI”, diz Guevel. “Eles querem ter certeza de que suas práticas de gerenciamento de infraestrutura de TI não ofereçam somente eficiências operacionais e custos reduzidos, mas também permitam uma vantagem competitiva em seu setor.”

A Unisys prevê os seguintes desenvolvimentos para próximo ano:

1. A dificuldade da economia global forçará as empresas a reexaminarem os processos e as eficiências comerciais, gerando interesse nos modelos de gerenciamento de TI de última geração

Guevel afirma que os contínuos desafios econômicos de 2009 irão acelerar uma tendência de gerar despesas operacionais de TI em vez de custos capitais, comprando serviços em vez de ativos. Como resultado, as grandes empresas buscarão vantagens nas tendências emergentes, no modo como os fornecedores de terceirização gerenciam e implantam a infraestrutura de TI da qual o fornecedor é o proprietário.

Por exemplo, o advento da tecnologia de virtualização permite que os fornecedores de terceirização implantem infraestruturas em tempo real, com bom custo-benefício, que respondam dinamicamente às mudanças no ambiente comercial. Os avanços disso permitirá que esses fornecedores ofereçam serviços de TI compartilhados, altamente eficientes, por meio das plataformas de informática baseadas nos sistemas virtuais e na Web. Esses serviços compartilhados, segundo Guevel, podem ser particularmente atraentes para clientes que enfrentam cortes no orçamento.

Essa mudança para “plataforma como serviço” levará à evolução na maneira como os clientes podem utilizar os serviços de terceirização, aumentando, por exemplo, o uso de inscrições autônomas e modelos de suporte, em que os usuários se inscrevem para solicitações de serviços de TI ou de resoluções pela Web.

  “A redução do orçamento está gerando uma maior criatividade”, diz Guevel. “À medida que o capital diminui, as grandes empresas percebem que devem ser inovadoras na racionalização de seus investimentos na TI, em outros negócios e na busca por parceiros de terceirização que podem ajudá-las na mediação entre os dois.”

2. O usuário final se tornará um participante essencial no modo como as empresas usam a terceirização

Decisões de TI costumam ser iniciadas e encerradas com o CIO. Agora, os usuários finais, especialmente as vendas geradoras de receita e os funcionários de serviços ao cliente que trabalham diretamente em campo, terão mais responsabilidade ao determinar onde e como os investimentos de TI serão feitos, Guevel prevê.

A tecnologia que os funcionários usam no local de trabalho se parece, cada vez mais, com a tecnologia que usam em casa. À medida que as pessoas usam cada vez mais dispositivos de tecnologia para usuários finais, como smartphones, são introduzidas no local de trabalho uma variedade ainda maior de componentes de TI que sua empresa e seus parceiros de terceirização devem gerenciar e manter. Eles querem os mesmos níveis de conveniência e transparência que estão acostumados no uso doméstico da TI.

Esse “consumo de TI” força a empresa e seus parceiros de terceirização a serem mais criativos na maneira como oferecem gerenciamento e suporte. Eles devem implementar modelos de serviço mais confiáveis em uma abordagem de catálogo personalizado, em que os usuários finais selecionam os serviços que suas funções exigem, em vez dos que são impostos pela organização de TI, como no modelo de serviços corporativos de TI predominantes anteriormente.

“A terceirização não está mais simplesmente, ou mesmo principalmente, relacionada aos ativos de TI, mas trata-se do gerenciamento do recurso que esses ativos de TI oferecem ao consumidor corporativo para gerar maior produtividade”, diz Guevel. “O desafio que os prestadores de serviço enfrentam oferece aos clientes um suporte que não é medido em relação aos contratos de nível de serviço pouco definidos. É preciso que haja um novo tipo de serviço, com base na integração da tecnologia doméstica e corporativa, para oferecer uma experiência incomparável que ajude esses usuários de última geração a serem mais produtivos.”

3. As opções de conectividade mais amplas levarão à urgência de novas soluções de segurança gerenciadas

Uma mão de obra que usa cada vez mais a tecnologia de consumo para acessar informações comerciais confidenciais armazenadas em dispositivos móveis aumenta consideravelmente o desafio da segurança. As empresas que permitem que os usuários tenham um número crescente de opções de conectividade devem garantir o fornecimento de soluções de segurança igualmente sofisticadas para proteger suas informações críticas.

Em 2009, Guevel prevê que as grandes empresas se voltem cada vez mais para prestadores de serviços que possam ajudá-las a proteger seu ambiente recém-descentralizado e suas informações comerciais enquanto reduzem seus custos operacionais. Esses serviços de última geração de segurança podem incluir a “microperimetrorização”, uma tecnologia emergente que oferece segurança em um ambiente distribuído. Antigamente, uma organização de TI criaria um perímetro de segurança imutável, gerando silos de informações seguras, mas não compartilháveis. Agora, novas soluções permitem que os perímetros sejam protegidos no nível micro, possibilitando diferentes níveis de acesso em pontos finitos da rede.

“Proteger as informações e o acesso em um ambiente descentralizado e móvel é caro, pois requer configurações complexas de TI, e os clientes frequentemente se preocupam por não ter especialistas internos para implantá-las”, diz Guevel. “Ao confiar em um parceiro especialista com o conhecimento avançado e a infraestrutura correta para prestar serviços de segurança de última geração, os clientes corporativos podem reduzir despesas, liberar suas organizações de TI das tarefas de gerenciamento de segurança e, o mais importante, permitir que os funcionários que lidam com clientes gerem negócios em um ambiente descentralizado, mas seguro.”

4. A tecnologia sustentável continuará ganhando espaço nos compromissos de terceirização à medida que a justificativa comercial para isso se torne mais evidente

Em 2009, os prestadores de serviço adotarão cada vez mais uma TI “verde” sustentável em suas soluções de terceirização, tanto no data center como em ambientes de local de trabalho distribuído.

“Os clientes nos dizem que querem compreender quais são os benefícios da tecnologia sustentável, quer possuam esse tipo de tecnologia ou aproveitem a TI ‘verde’ de fornecedores”, diz Guevel. “Um fator importante para a adoção acelerada será a emergência de ferramentas de modelagem mais sofisticadas que possam demonstrar os benefícios sociais e comerciais de soluções ecologicamente corretas para quem oferece terceirização e o cliente. Além disso, essa crescente realização do valor de TI sustentável, combinada com uma nova administração presidencial e as mudanças no cenário político dos EUA, pode tornar o credenciamento de TI ‘verde’ um fator de seleção de clientes dos fornecedores de terceirização.”

A proliferação de tecnologias de TI “verde” inovadoras de empresas menores iniciantes também será comprovadamente benéfica aos fornecedores e clientes de serviços de terceirização em 2009. Guevel diz que há muita inovação “verde” ocorrendo por aí, especialmente em empresas especialistas menores. “Os melhores prestadores de serviços de terceirização e integradores aproveitarão esses esforços na tecnologia de data center. Isso, com certeza, levará a soluções mais econômicas de terceirização ‘verde’ entre terminais para os clientes corporativos.”

Sobre a Unisys

A Unisys é uma empresa mundial de Tecnologia da Informação. Seu portfólio abrange serviços de TI, software e tecnologia que solucionam desafios dos clientes, bem como colaboram com a segurança de suas operações, aumentam a eficiência e utilização de seus data centers, melhoram o suporte aos seus funcionários e usuários finais, e modernizam suas aplicações corporativas. Para prover estes serviços e soluções, a Unisys reúne ofertas e competências em outsourcing, integração de sistemas e serviços de consultoria, de infraestrutura, de manutenção, e tecnologia de última geração de servidores. Com mais de 28 mil colaboradores, a Unisys atende organizações privadas e públicas ao redor do mundo. Para mais informações, visite www.unisys.com.br

 



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